Mostrando postagens com marcador Cães. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cães. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Cães e gatos podem viver juntos?





Se você sempre pensou que cães e gatos fossem inimigos naturais, esqueça esse conceito. É claro que há muitos cães que não aceitam gatos e vice-e-versa, mas eles não são espécies inimigas, pois dentre ambos não há uma relação de predador e caça. Cães não se alimentam de gatos.
Mas então, por que eles não se toleram? Isso é parcialmente verdadeiro, pois existem inúmeros casos de cães e gatos que convivem muito bem.
Quanto se 'estranham', trata-se de uma disputa territorial, na maioria das vezes. O cachorro vê seu 'domínio' invadido por outro animal e late ou rosna, avisando: "Caia fora, intruso!". O gato, assustado com a ameaça do cão, arrepia-se e emite um som muito característico, uma espécie de 'rosnado dos felinos'. O cão interpreta isso como uma agressão e a perseguição ao gato começa.
 
Um cão territorialista agiria da mesma forma com qualquer outro animal que invadisse seu 'pedaço'. Um grande número de cães não tolera a presença de outros cachorros, e esses, é quase certo, são intolerantes com gatos também, a menos que sejam treinados para aceitar o bichano.
Cachorros adoram perseguir tudo aquilo que corre e se move rapidamente. Um gato assustado não seria uma ótima brincadeira para um cão? Não faria aflorar a memória genética de seus ancestrais lobos, que caçavam coelhos e pequenos roedores? Esse é outro motivo pelo qual cães correm atrás de gatos, parecendo querer caçá-los. Mas só parecendo, porque mesmo os cães que chegam a matar gatos não os comem. Quando o 'brinquedo' pára de se mover, acabou a graça
 
O fato é que cães e gatos, quando se encontram, podem ter reações diversas. Os cães, além das reações já citadas, podem ficar curiosos e tentar cheirar os gatos para saber exatamente do que se trata. Se o gato não se assustar, isso pode ser início para uma boa amizade. Mas se o bichano reagir com uma certeira unhada no focinho, o cão pode desenvolver medo de gatos (isso mesmo, há cães que morrem de medo de gatos!) ou se condicionarem a achar que gato = dor, e passar a hostilizá-los.
 
Quem tem um cão e pretende ter também um gato, ou o contrário, é bom que essa aproximação seja feita aos poucos e cuidadosamente. O melhor seria que ambos fossem criados juntos desde filhotes. Como nem sempre isso é possível, a especialista em comportamento canino, Sheila Niski, aconselha: "É mais fácil quando o gato está antes em casa, porém, se o cachorro não for arisco, tudo é possível. O que eu aconselho é apresentar o gato sem estresse, mantendo o cachorro na guia e dando petiscos para ele associar a figura do gato a algo legal. Depois de algum tempo solte a guia e observe como eles se comportam. Dificilmente ocorrem problemas, mas se houver, mantenha sempre o cachorro com a guia e vá repreendendo se ele quiser avançar - não muito forte para ele não pegar raiva do gato - até ele desistir de brigar."
Os gatos, na maioria das vezes, se assustam ao ver um cão muito próximo, pelo simples medo do desconhecido. Assim, é preciso paciência para fazer com que ambos se acostumem.
 
E para quem não acredita que cães e gatos podem viver como verdadeiros parceiros, Sheila conta: "Tive uma cliente há alguns anos que tinha um gato e um Beagle. Quando eles ficavam com fome iam para a geladeira. O Beagle se posicionava e o gato subia em cima dele para abrí-la". No mundo animal, tudo é possível.
 
Fonte: Web Animal

Gostou?!?
Conta pra gente
Beijocas
Lana e Rita
https://boutiquepetmarry.bpg.com.br/
 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Dia das Crianças chegando....







 
Que tal presentear sua criança de 4 patas com nossos produtos?
A Boutique Pet Marry, confecciona lindas coleiras artesanais e exclusivas para seu pet.
Clique no link : https://boutiquepetmarry.bpg.com.br/ e visite nossa loja. Você pode fazer suas compras pelo PagSeguro com tranquilidade e ainda parcelar.
Se quiser uma coleira com o nome do seu pet com letras de strass é só entrar em contato com a gente boutiquepetmarry@hotmail.com e fazer um orçamento sem compromisso.
 
Beijocas
Lana e Rita

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Depressão Canina (Cachorro triste e isolado)






Assim como nos seres humanos, a depressão também acomete os animais. Principalmente os animais de companhia, pois possuem uma grande dependência dos donos. Quando o animal fica sob uma situação estressante (como fobias, abandono, solidão) ele se torna ansioso. Assim dependendo do nível de estresse em que o animal é submetido, o organismo dele se altera causando comumente apatia e falta de apetite. O quadro de depressão canina deve ser tratado com seriedade, pois a depressão pode influenciar muito na fisiologia do animal causando injúrias e atuando como um fator prejudicial quando o animal está doente.

Causas

Aparentemente vários fatores podem levar o animal à depressão, porém ainda não se sabe efetivamente o que inicia este ciclo no organismo do mesmo, assim deve-se fazer uma avaliação dos sinais que o animal apresenta. Existem animais que possuem uma predisposição genética à depressão, porém existem fatores ambientais que desencadeiam este quadro como: mudanças de rotina, inserção de um novo animal ou uma nova pessoa no mesmo ambiente onde o cão vive, maus tratos, abandono, solidão e até mesmo morte de uma pessoa ou animal de sua convivência.

Sintomas

A maior parte dos sintomas da depressão são relacionados ao comportamento, por isso cabe ao proprietário a observação de seu animal. Os sintomas mais comuns são:
  • De maneira geral o animal fica apático e triste;
  • Há uma falta de apetite causando emagrecimento;
  • O animal passa a ignorar atividades que o estimulavam anteriormente como brincadeiras e passeios;
  • O cão se isola.
Os sintomas tendem a se agravar conforme o nível do estresse ou choque emocional, fazendo com que o animal  produza um comportamento tão alterado que o leva a fazer atos repetitivos como balanço de cabeça, lambeduras constantes em si mesmo causando feridas, e até mesmo morder partes do próprio corpo (como rabo e patas).

Tratamento

Após observar essas alterações comportamentais no seu cão, o proprietário deve levar o seu animal em um médico veterinário, que irá diagnosticar a depressão. O Veterinário irá avaliar um conjunto de sinais e sintomas apresentados pelo animal, e também avaliará se a causa da depressão é devida a alterações hormonais  ( como o hipotireoidismo, por exemplo) ou alguma outra doença primária que debilite o animal e cause depressão. O tratamento em geral é feito com um conjunto de alternativas, como o uso de medicamentos antidepressivos (como o prozac), também vem sendo utilizado com ótimos resultados os florais de bach, associados a uma terapia comportamental e um melhoramento na qualidade de vida do animal afetado.

Fonte: Portal Pets

Gostou?!?
Conta pra gente.
Beijocas
Lana e Rita
https://boutiquepetmarry.bpg.com.br/

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Qual a melhor coleira para meu cachorro?

Dúvida frequente entre os tutores de cães, a escolha da coleira certa é indispensável para segurança dos nossos amigos de 4 patas.
Selecionamos essas dicas garimpadas na Internet para vocês... E se o modelo ideal para seu pet for a peitoral ou  tradicional, visite nossa loja e escolha um de nossos modelos para pronta entrega ou entre em contato com a gente e faça seu pedido: https://boutiquepetmarry.bpg.com.br

1. Coleira Tradicional (só de pescoço)
Podemos confeccionar para cães sob encomenda e fazemos também com nome (letras de strass)
Entre em contato com a gente: boutiquepetmarry@hotmail.com
 
É aconselhável para a maioria dos animais e junto com a guia certa pode tornar o passeio muito agradável.
   
Feitas de inúmeros materiais, as coleiras podem ser de tecido, nylon, couro ou tantas variações que encontramos no mercado. Alguns especialistas aconselham o uso de coleira 24 horas por dia para que o cão acostume a usá-la e por precaução caso seu animal fuja: tendo uma coleira quem o encontrar saberá que tem dono, além da possibilidade de gravar informações de contato nesse acessório.
Por outro lado, caso você opte por deixá-lo com a coleira, deve ficar atento a possíveis locais onde ela pode enganchar, especialmente no caso de cães muito ativos. 
 
 
 
2. Coleira peitoral
Visite nossa loja, veja os outros modelos de aplicação e cores. Caso não encontre um de sua preferência entre em contato com a gente: boutiquepetmarry@hotmail.com
 

É uma excelente alternativa e evita enforcar o cachorro. Pode ser usada por todas as raças, em especial aquelas com dificuldade de respiração e focinho achatado.

         
A coleira peitoral evita que o controle do cachorro aconteça pela pressão ou por enforcamento, além de eliminar o risco de o cachorro se soltar, como ocorre com as coleiras tradicionais.  
 

  Se o seu cachorro tem pelo mais longo, observe os materiais e evite aqueles muito largos e com muitas peças de metal para não enganchar.
 
Nós da Boutique Pet Marry, nos preocupamos com o conforto e bem estar de nossos peludinhos, por isso, confeccionamos as coleiras com apliques de tecido.
 
3. Headcollar
Não trabalhamos com esse modelo.
 
 

Fica em volta do pescoço e focinho do animal e é indicada para cachorros fortes e durante o treinamento.  


   
É o modelo de coleira indicado para cães de comportamento instável ou raças fortes, pois consegue ficar no focinho do animal, facilitando quando for necessário puxá-lo e chamar sua atenção.

Mesmo estando no focinho do animal, não funciona como a tradicional focinheira, que é obrigatória em algumas raças de cães (no Estado de São Paulo, o Pit Bull, o Mastim Napolitano, o Rottweiller e o American Stafforshire Terrier devem usá-la), pois ela permite que o animal faça suas refeições ou beba água tranquilamente. Lembra bastante um cabresto e é feita de nylon para não machucar a pele do cachorro.

Especialistas recomendam focinheira para cães fortes, os quais é mais difícil segurar pela coleira, ou para os de pessoas com dificuldade de liderança, pois não há necessidade de usar a força, já que uma simples puxadinha já passará a mensagem ao animal.

Também por esses motivos, essa coleira é indicada durante o adestramento do cachorro, pois facilita o processo de orientar seu foco, por exemplo, quando chama sua atenção.

Para usá-la no cão, coloque antes a parte do focinho e depois passe em volta do pescoço. Mais uma vez, o cuidado para que não fique nem apertada e nem larga deve ser seguido.
 
4. Enforcador

Antes muito utilizada, não é mais recomendada pelos profissionais, pois inadequadamente enforca o animal.

       
Não trabalhamos com enforcadores.
 
Esse modelo recebeu tal nome pela sensação de sufocamento que provoca quando um cachorro puxa a corrente. Não recomendado por muitos especialistas, o enforcador exige grande cuidado ao manusear, pois o uso impróprio pode machucar o seu cão.
 
Geralmente, é usado em cães que possuem um porte de médio a grande e tendem a não ficar quietos, pois o enforcador pode inibi-los, mas não são recomendados para quem não possui experiência, já que pode machucar o seu pet.
 
Assim como a coleira, o enforcador deve ter uma folga para não enforcar realmente o cão e evitar acidentes, então tome muito cuidado se optar por comprá-lo para escolher o tamanho de acordo com seu cachorro. Ao usá-lo, forme um “P” com o enforcador e encaixe-o no pescoço do animal.
 
Existem algumas variações, como os que possuem garras, também chamados de carranas. São ainda mais desaconselháveis, pois as garras podem perfurar o pescoço do animal.
 
Ainda existem os ajustáveis, que são os mais indicados para quem opta por um enforcador, pois é possível regular a largura de acordo com o tamanho do pescoço do animal.

O ideal mesmo é treinar seu cachorro a passear com uma coleira, o que certamente fará o passeio mais prazeroso para todos.
 
Gostou?!?
Conte pra gente.
Beijocas
Lana e Rita
 
 
 
 
 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

10 dicas para combater a obesidade canina

 
 
 
 
 
 
A obesidade também está presente, na vida dos nossos amigos caninos, e assim como para nós isso para eles também gera inúmeros problemas de saúde e mal estar. Selecionamos essas 10 dicas do site (Tudo sobre cachorros) para vocês.
 
 
Algumas recomendações simples a este respeito, suficientes para corrigir ou para evitar o excesso de peso, sempre oportuno para outras complicações:

1. Convencer-se do estado de obesidade do seu cão e observar tudo o que o animal come durante o dia.

2. Reduzir 20 a 40 % o valor energético da sua ração (sem diminuir o volume, pois os nutricionistas demonstraram que o cão acostumado a um certo volume de alimentos, tende a mantê-lo, mesmo que a alimentação seja menos energética).

3. Fracionar a ração ao longo do dia (é melhor dar-lhe várias rações pequenas ao longo do dia)

4. Utilizar os alimentos preparados do comércio cuja garantia nutricional é conhecida, ou, melhor ainda, os alimentos dietéticos, vendidos pelos veterinários, especiais para vencer a obesidade. Uma ração especial para cães obesos é fundamental.

5. Dispensar as guloseimas, muitas vezes responsáveis pelas linhas deselegantes: o biscoito pela manhã, o pedacinho de queijo ao meio-dia, a pequena guloseima da noite diante da televisão.

6. Fazer com que beba tanta água quanto seja possível.

7. Impor-lhe um exercício físico regular.

8. Estabelecer um programa preciso de emagrecimento junto com o veterinário que o trata.

9. Comprovar regularmente os progressos obtidos com a ajuda de uma balança e apontar os resultados num diagrama.

10. Uma vez que se encontre em forma, manter um regime de conservação para evitar a recaída (este regime será inferior 10% ao que o cão comia antes de ficar obeso).
 
Veja o IMC animal:
 
Veja como identificar se o peso do seu cão está ideal:
cachorro gordo
 
Gostou?!?
Conta pra gente,
Beijocas
Lana e Rita

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Meu cachorro tem medo de fogos de artíficio, o que eu faço?






Você tem um cachorro que é confiante, tranquilo, mas quando se trata de fogos de artifício ele muda completamente? Não se preocupe, você não está sozinho nessa, separamos algumas dicas que podem ajudar a mudar o comportamento do seu cão no momento dos fogos.

Você deve começar o treinamento o quanto antes, pois pode demorar um certo tempo para que o medo dele vá embora.
Aqui em casa nós passamos por isso, e uma das coisas que a Nara mais gosta de fazer é correr, então quando começavam os fogos a gente chamava e falava: "Corre Nara." e corria também, no começo ela não ia, depois ela começou a correr junto, depois, corria sozinha, hoje já nem liga mais para os fogos. Um dos grandes segredos é esse associar o barulho dos fogos, ao que o cachorro gosta, de preferência para algo que ele possa fazer sozinho, como por exemplo, um brinquedo que ele ame.
Garimpando pela "Net", encontrei essas dicas no site Tudo Sobre Cachorros que achei bem interessante e vale a pena tentar.

1.  Encontre um vídeo de fogos de artifício (já facilitamos esse trabalho pra vocês!)


2. Coloque esse vídeo para seu cachorro ouvir o mais baixo possível algumas vezes por dia.

3. Associe o som dos fogos com algo que seu cão goste, por exemplo: petisco preferido, brinquedo, cafuné, escovação etc.

4. Comece a aumentar o volume do vídeo ao longo dos dias e continue a associar o som dos fogos com algo que seu cachorro goste, para que ele associe: barulho de fogos = coisa boa.

5. Se em algum momento o seu cachorro demonstrar algum sinal de medo, abaixe o volume até o ponto em que ele se sinta confortável.

6. Repita o quanto for necessário todos os dias até seu cachorro conseguir ouvir o som dos fogos bem alto sem ficar com medo.
Se você não teve tempo para preparar seu cão para o ano-novo, ou se a "dessensibilização" não eliminou o medo dele completamente, existem algumas coisas que você pode fazer para amenizar o medo do seu cão dos fogos. Essas dicas devem ser úteis para cães que tenham um nível médio/moderado de medo.

Se não tiver muito tempo para o treinamento, tente assim:

1. Durante uma queima de fogos, NÃO MUDE SEU COMPORTAMENTO. A maioria das pessoas tendem a mimar/acolher seus cães quando eles demonstram que estão com medo de fogos. As pessoas fazem mais carinho que o normal, abraçam, falam com os cães com voz doce. Em vez de ajudar a acabar com o medo, esse comportamento do dono reforça o medo no cão. Ele associa: medo = carinho.

2. Tente você mesmo não reagir aos fogos de artifício. Se você demonstra prontidão logo antes dos fogos, por conta do medo do seu cão, isso só irá piorar o que ele sente. Você acabará deixando-o ansioso. Sua linguagem corporal dizem para seu cão se ele precisa ficar com medo ou não.

3. Faça o possível para camuflar o som dos fogos. Ligue o rádio ou a TV, feche as janelas, ligue o ventilador e/ou o ar-condicionado,

4. Não force seu cão a nada. Se ele quiser se esconder embaixo da cama, deixe. Não o obrigue a fazer nada que ele não queira, pois isso pode acarretar em um aumento do medo e o cão pode se tornar um cão agressivo se sair de sua zona de conforto.


Para casos severos

Se seu cão fica aterrorizado com fogos de artifício, pode ser que nenhuma dica acima funcione para amenizar o medo dele. Se você acha que seu cão é um caso desses, converse com o veterinário, pois pode ser o caso de administrar uma medicação contra ansiedade ou algum sedativo que ajude seu cão a ficar mais calmo durante os fogos.

Gostou?!?
Deixe seu comentário.
Beijocas
Rita
https://boutiquepetmarry.bpg.com.br/





 

sábado, 3 de agosto de 2013

As melhores dicas para levar seu cachorro para passear

 
 
 
Chegou  o fim de semana e muita gente aproveita para levar os seus amigos peludos para aquele passeio tão esperado.
Mas esse momento de prazer, pode se tornar uma confusão se você não tomar alguns cuidados e se o seu cachorro não estiver bem treinado.
Veja algumas dicas que separamos para vocês, passearem com seus amigos com mais tranquilidade.
 
Coleira peitoral: Para cães que têm o costume de correr à frente do dono, recomenda-se usar uma coleira estilo peitoral. Lindos modelos de coleira peitoral você encontra aqui: https://boutiquepetmarry.bpg.com.br/
 
Na porta de casa: se o seu cão foge quando você abre a porta de casa, crie o hábito de, sempre que colocar a mão na maçaneta, dizer a palavra “não” de forma firme. Com esse comando a saída deverá acontecer de forma contida. 
 
Lado a lado: É muito importante que seu cão aprenda a ficar ao seu lado. Ele deve saber que andar à sua frente ou atrás de você não é adequado. Para isso, tenha paciência ao demonstrar a forma correta e dê petiscos durante o andar.
 
Não encurte a guia: É muito comum que os donos prendam os cães encurtando a guia, pois acham que dessa forma ele obedecerá às ordens. Saiba que esse é o pior modo de segurar um cão. O ideal é que a guia fique folgada.
 
 
Para cães de raças como Pit Bull e Rottweiler o uso de focinheira é obrigatório
  •  O melhor horário para passear com os cães é entre as 9h e 11h da manhã ou à noite
  •  Filhotes só podem sair na rua depois dos 4 meses de idade
  •  Durante o dia, passe protetor solar próprio para cães
  •  Leve sacolinha plástica caso o pet queria fazer coco
  •  Se a caminhada por longa, não esqueça de levar uma garrafinha com água para o cão
 
  • Dicas garimpadas de vários sites sobre Pet's.
 
 
Gostou?!
Conta pra gente.
Beijocas
Lana e Rita

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Quais vacinas meu cachorro deve tomar?




O slogan da campanha de vacinação anti-rábica esse ano é "Não deixe a raiva acabar com uma grande amizade." Mas o que muita gente não sabe é que existem outras vacinas que seu cachorro deve tomar para prevenir contra outras doenças graves e que também podem acabar com essa amizade.
Veja abaixo quais são e quando devem ser aplicadas.

Adotou um filhotinho? Então essas são as vacinas que ele deve tomar:
 
 
Se você adotou um cachorro maior você deve leva-lo ao veterinário, pois somente após uma avaliação ele poderá indicar qual esquema de vacinas será feito.
Não falhe nenhuma dose.
Se for levar seu cãozinho para ser vacinado na rua não esqueça de leva-lo na coleira, para maior segurança de quem vai aplicar e também para não correr os risco dele fugir ou se envolver em alguma briga ou acidente.
Gostou?!
Conta pra gente.
Beijocas,
Lana e Rita
 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Como fazer para que meu cachorro não ataque os outros?






Mais uma dificuldade encontrada pelos tutores de cães é o comportamento possessivo que alguns apresentam, eles tomam conta de tudo ao seu redor e atacam quando acreditam que podem perder seu espaço ou que seu tutor está em perigo. Estudos apontam para a origem selvagem de nossos amigos de 4 patas e alguns ainda apresentam esse comportamento. Selecionamos algumas dicas para tentar amenizar o problema, se ele ainda for filhote a questão pode ser quase que totalmente resolvida, se já for adulto pode demorar um pouco mais.
 
 
Corrija comportamentos inaceitáveis imediatamente. Cachorros tentam estabelecer o seu papel de dominância instintivamente quando se encontram com outro cachorro, e ele será protetor em relação ao seu dono, território e si próprio. Nada pode ser feito para vencer a genética completamente, mas reprima esse tipo de comportamento intervindo rapidamente quando o seu cachorro for agressivo com outro. Um "não" rápido, firme e consistente a cada ocorrência vai fazer com que seu cachorro saiba que esse tipo de comportamento não é desejado e não será tolerado.
 
Reconheça a linguagem corporal do cachorro. Uma das etapas do treinamento é reconhecer quando um cachorro mostra sinais de comportamento agressivo. Um cachorro que está demonstrando uma linguagem corporal agressiva terá um rabo ereto, p corpo rígido, orelhas eretas e pescoço abaixado. Ele talvez rosne e mostre os dentes. Corrija esse comportamento agressivo assim que você o ver.
 
Socialize seu cachorro com outros devagar. A única maneira de treinar um cachorro para não atacar outros é socializá-lo adequadamente. Comece introduzindo um cachorro estranho à uma distância que não cause reação, se certificando de que os cachorros saibam da presença do outro. Elogie o cachorro por não reagir. Nas semanas seguintes, repita essa ação, diminuindo a distância entre os cachorros lentamente, mas com firmeza. Use um cachorro diferente a cada encontro para que seu cachorro saiba que ele não deve atacar nenhum cachorro, independente de estar ou não acostumado com ele.
 
Use uma coleira. Cachorros são mais propícios a atacarem outros cachorros quando estão sem coleira e perto dos seus donos ou território. Use uma coleira para ajudar a evitar desentendimentos com outros cachorros, restringindo o seu cão. Evite a ameaça de ataque atravessando a rua quando tiver outros cachorros na mesma rua, caso você saiba que seu cachorro não está completamente socializado.
 
Pegue a rota médica. Contenha a agressividade de cachorros machos através da castração, que muda o cheiro do cachorro e seu nível de testosterona. Isso pode acabar com as brigas com outros cachorros, já que vai fazer com que outros cachorros se sintam menos ameaçados e o macho castrado fique menos agressivo. Tratamentos hormonais estão disponíveis com um veterinário, caso a castração não funcione ou seu cachorro seja fêmea.
 
As dicas de adestramento foram retiradas do site: http://www.ehow.com.br/
 
Gostou?
Conta pra gente.
Beijocas
Lana e Rita
 



quarta-feira, 31 de julho de 2013

Ensinando o cachorro a fazer xixi e cocô no lugar certo

 
 
 
 
 
 
Escolha um lugar que seja fácil de limpar e que seu amigo peludo, tenha fácil acesso sozinho e principalmente longe do lugar onde ele fará as refeições. Todos na casa devem participar e agir da mesma forma.
Definido o local, é preciso incentivar que o seu cão o utilize levando-o até lá. Rotina é importante. A alimentação deve ser oferecida sempre nos mesmos horários e o cão deve ser levado ao "banheiro" logo depois das refeições.Um filhote defeca e urina geralmente 6 minutos depois de ser alimentado. Um cão adulto vai ao banheiro geralmente 15 minutos depois da alimentação.  Tanto a água quanto a comida não devem ficar à disposição do animal que está sendo treinado. Mas, em dias muito quentes, não restrinja água.
Depois de acordar, depois de comer e antes de dormir são as horas mais propícias para o cão ir ao "banheiro". Além de levá-lo nessas ocasiões, fique atento o resto do tempo. Caso perceba que ele vai começar a "arte",  bata uma palma e leve-o ao lugar escolhido para as necessidades. Assim que ele fizer elogie bastante e faça carinho, petiscos devem ser oferecidos com cautela.
Além da necessidade biológica, os cães defecam e urinam por diversas razões. Na maioria das vezes, para chamar a atenção do dono. Por isso, não adianta ralhar com o animal. Quando dá bronca, você pode estar dando aquilo que ele quer: atenção.
Se você flagrar o cão fazendo as necessidades em lugar errado, não dê bronca. Trate de ignorá-lo solenemente. Espere que ele termine e saia do local. Só então limpe a sujeira e neutralize o odor com o produto apropriado, converse com seu veterinário sobre um produto adequado que não faça mal ao seu amigo de 4 patas, pois o cão geralmente volta a usar o lugar em que sente cheiro de fezes e urina. Claro que não é fácil ficar tranquilo olhando seu tapete ou chão serem presenteados. Mas, acredite: quanto mais correto for o adestramento, mais cedo ele vai aprender a fazer xixi no lugar certo.
Se o cão urina quando você fala com ele ou quando você chega em casa, ele o faz por submissão ou excitação. Jamais fique bravo, ameace ou dê broncas quando isso acontecer. A melhor maneira de lidar com o problema é ignorar o cão durante uns 10 minutos antes de sair e depois de chegar em casa. Isso vai acalmá-lo.
Super dica:  para que o seu cão não faça xixi ou cocô em um lugar específico: coloque o prato de ração no lugar do crime. Ele fará de tudo para não usar como banheiro o lugar em que come. Por isso a importância de separar o local de comer e do "banheiro".
*Texto adaptado de dicas pesquisadas na Internet
Gostou? Conte pra gente!
Beijocas
Lana e Rita
https://boutiquepetmarry.bpg.com.br/

terça-feira, 30 de julho de 2013

Seu cachorro tem medo de ficar sozinho?


A maioria das pessoas que tem cachorros em casa, trabalha, estuda e tem uma vida social, e na grande parte do tempo o seu amigo de 4 patas precisa ficar sozinho, e aí podem ocorrer alguns problemas como latidos, bagunça pela casa. Veja abaixo algumas dicas e tente adaptar o seu amigo na sua rotina.

Não estimular  Entre as iniciativas que podem evitar a ansiedade de separação, uma é não supervalorizar as saídas e as voltas ao lar. Nunca saia de casa se desculpando para o cão, preocupado ou ansioso demais. Nem chegue fazendo muita festa. Ao contrário, nesses momentos mantenha-se relaxado e evite retribuir a festa. Não é fácil, mas vale a pena: o cão será diretamente beneficiado.

Onde deixar Se o cão tem acesso aos quartos e à sala de TV na sua presença, não restrinja a permanência nesses espaços quando ele estiver sozinho. Ficar exatamente onde você costuma ficar faz o cão se sentir melhor. Mais ainda se naquele lugar vocês costumam interagir e permanecer juntos por bastante tempo. Dormir no seu sofá preferido ou sobre o seu travesseiro são ótimas maneiras de diminuir a ansiedade do cão. Vale também pode deixar uma roupa(que você não usa mais, mas que tem seu cheiro) com ele.

Evitar traumas Podemos dizer que os cães têm medo de ficar sozinhos e que, se ocorrer algo assustador ou muito desagradável durante a ausência dos donos, esse medo tende a aumentar. Por isso, se você souber que haverá estouro de fogos, uma tempestade ou algum outro evento que possa ser assustador, não saia de casa se for possível. Ou, então, dê um remédio para acalmar o cão e ele não sofrer muito nem se traumatizar. Avalie qual é o melhor medicamento para esses casos com um médico-veterinário e procure testar o medicamento algumas vezes antes de sair de casa.

https://boutiquepetmarry.bpg.com.br/